Ultimamente eu não tenho ouvido nada de extraordinário, até que recebi esta recomendação do Brunpara. Ele envia montes delas.. mas até apanhar uma boa… lol. Mas esta é extraordinária. É de um grupo de Sheffield no Reino Unido chamado Beautiful Balloon, ou era, porque no seu myspace parece que mudaram de nome para Housefire.
É realmente difícil encontrar este tipo de músicas sem projecção, é um mistério como estes bons sons as vezes passam despercebidos e quase que desaparecem, mas para isso não acontecer… aqui está… com o volume bem alto s.f.f.
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Ao colocar um artigo no Paranoias deparei-me com este som fantástico, não consegui saber o que era… mas também não pesquisei por ai além. Se alguém souber que se acuse! Um atento espectador forneceu-me o nome, o meu obrigado. Whitney – Stay on the Outside. Está na altura de saber se o resto será tão bom como esta. Após ouvir mais 10 temas da banda, fiquei triste, não gostei nada. Esta é de facto “one of a kind”.
Um som incrível e um vídeo excelente do single “Rosemary”, tema do primeiro álbum “Too late to pray” da banda Australiana The Snowdroppers. Alguma influência de blues convertido num som cheio de energia e com uma excelente batida. Este single é curto e altamente influenciável porque não me sai da cabeça.
“Esta é a memória de alguém que foi para uma festa after hours e que bebeu demasiado e não se recorda da noite por completo em velocidade normal, mas lembra-se que foi uma boa noite.”
Bem, esta foi uma recomendação do Filipe Montalverne através do facebook. Eu não conhecia esta mistura de Moulinex. Faz parte de uma colectânea chamada «Valerie Collective», embora na capa esteja «Valerie and Friends». Ou talvez seja ao contrário, de qualquer maneira, a colectânea é composta por 17 faixas, tenho que admitir que não achei nada de fantástico, excepto claro esta «1stracklove». A entrada é qualquer coisa de poderosa…
Hoje apanhei mais um grupo interessante. Estava a ver a Sic Notícias e quando desliguei o «mute» ouvi isso.
Os O’queStrada são uma banda portuguesa de som popular, delirante, e atlético. Desde 2002 a celebrar um país real e poderoso, com a sua discoteca caseira e acústica de/para fazer dançar o mundo com o seu 1º álbum Tasca Beat. O’queStrada andou a monte por estradas nacionais e internacionais desde 2002, tendo como único refúgio um antigo cinema em Almada espólio da Filarmónica Incrível Almadense
Podem visita-los no site oficial ou no Myspace. Infelizmente as músicas que disponibilizam online não são as melhores. Melhor mesmo é ouvir o album «Tasca Beat» completo porque há temas muito bons. Heinnn!! diversidade musical! :p
Hoje encontrei um album que pareceu-me ser interessante. Já não ouço rock puro há bastante tempo mas fiquei curioso por ouvir com mais atenção algumas músicas do grupo Blue October do seu último album “Approaching Normal”. Gosto bastante da “Dirt Room”.
“Muitas vezes, algumas bandas surgem para marcar uma época e fazer algo a temporal. Quase sempre quando se faz algo realmente importante, só se é lembrado muito depois ou quando alguém da banda morre, mais ainda quando o frontman morre. A história dos texanos do Blue October se mostra diferente. A banda tem conseguido um sucesso crescente. Nada de muito espetacular, mas que é capaz de deixá – los um bom tempo gravando bons álbuns. A banda se formou em Houston no ano de 1996 sob o peculiar nome, em um bom português, Outubro Azul. O quinteto é formado por Ryan Delahoussaye no violino, CB Hudson na guitarra, Matt Noveskey, o resto da banda se completa pelos irmãos Jeremy Furstenfeld na bateria e Justin Furnstenfeld nos vocais. Jeremy mais velho é mais temperamental enquanto Justin é o mais extrovertido do grupo. Além de ser o frontman e principal letrista da banda. O Blue October teve um desempenho modesto nos dois primeiros álbuns o The Aswers de 1998 e o Consent To Treatment de 2000. Foi com History For A Sale, lançado em 2003 que a carreira da banda parecia tomar um rumo crescente. Tudo graças à inclusão de uma das músicas na trilha sonora do filme American Pie. A faixa era a excelente “Calling You”. Com essa grande divulgação a banda começou a acumular admiradores de diversas partes dos Estados Unidos. Três anos depois veio a consolidação. Chegam as lojas Foiled, até então o maior sucesso comercial do grupo. Nos primeiros oito meses foram vendidas mais de 500.000 cópias e ganharam disco de platina na terra do Tio Sam, alcançando o segundo lugar da parada de Modern Rock da Billboard. Impulsionado pelo hit “Hate Me” que invadiu as rádios de diversas partes do mundo incluindo Europa e Brasil. Deste álbum também saíram “Into The Ocean” e “X Amount of Words”. Sobre o álbum o vocalista Justin comenta: “Queríamos fazer um álbum como sempre sonhamos”. E ele vai mais longe. “Nós temos um som eclético, sendo nas baladas ou no rock direto. Sempre nos certificamos de que o rock que fazemos seja o mais pesado do que possa ser eventualmente. Queríamos soar tão pesado quanto os Deftones”. Viagens a parte do extrovertido Justin, o Blue October veio pra ficar. Atualmente a banda segue em turnê. Diversas bandas surgem a todo o momento de várias partes. Algumas delas conseguem o estrelado rápido e desaparecem com a mesma intensidade. Talvez o fato dos Octobers passarem por um período de quase seis anos batalhando por um reconhecimento lançando bons discos, fazem deles excepcionais no mercado fonográfico.”
Raramente, muito raramente o Ell Kabong surpreende-me. Aliás, é tão raro que acho que foi mesmo a primeira vez que fui surpreendido lol. Estavamos a falar no messenger e ele disse-me “Queres ver de onde é que os Blasted tiram as ideias…” e mostrou-me um grupo que já tem alguns anos, mas que para mim era totalmente desconhecido: Blue Man Group. Os Blue Man Group são uma organização que produzem espectáculos e concertos combinando música, comédia e multimédia, talvez um bocado ao estilo de Jean Michell Jarre mas ainda mais evoluído.
Embora seja uma produção audio-visual em que vale pelo todo, eu estive a ouvir 2 albuns deles ontem e fiquei bastante impressionado.«Audio» e «The complex» foram os 2 albuns que estive a ouvir com atenção, ambos, muito acima da média dos meus altíssimos padrões de qualidade.
Destaco 3 faixas do «The Complex»: ”Time to Start”, “I Feel Love Ft Venus Hum” e “Exhibit 13″ são músicas incríveis mesmo sem o complemento teatral e visual que eles incluem nos espectáculos. Os Blue Man Group fazem com alguma frequência espectáculos pelas maiores cidades mundiais, se alguém tiver oportunidade de ir a algum espectáculo vá!!! Porquê ? Porque eu estou a dizer que sim! (Repararam nas gaijas boas que estavam na audiência ? Eu reparei!)
Acabei de ver novamente o Wanted, desta vez em HD. Não mudei de opinião ao post anterior, mas hoje notei numa música interessante do filme, com uma boa batida. “The little things” de Danny Elfman. Esta música faz parte da banda sonora, aproveitei para ouvir o resto do álbum, é uma merda, só músicas de “opera”, nem é preciso se darem ao trabalho. Músicas de opera são aquelas músicas que metem nos filmes para encher com mais informação para dar aquela sensação que alguma importante aconteceu ou vai acontecer.
Mas esta “The little things” é bonita. A batida do início é brutal